Álbum: Sim ou Não? // Photo Book: Yes or No?

Numa era tão digital como a que vivemos, em que se fala de minimalismo a cada virar de esquina, há questões para as quais nem sempre temos a resposta na ponta da língua.

Depois de uma sessão fotográfica, por exemplo, será que devemos ter um álbum impresso? Onde e como guardar o resultado de um registo fotográfico maravilhoso? Será o formato digital o suficiente? E, acima de tudo, o mais seguro?

O artigo de hoje é sobre isso mesmo!

  • Ah e tal, mas ocupa espaço

Apesar de ser verdade, também o é o facto de que mesmo em formato digital ocupa algum espaço. Se for para manter o resultado final em formato digital apenas, há que ter várias cópias espalhadas por vários discos externos e diferentes computadores. Isto porque há sempre o risco de as novas tecnologias falharem a dada altura e se não tivermos mais do que uma cópia acabaremos por ficar sem aquelas imagens que tão importantes são para nós.

Por isso há que questionar: será que prefiro ter dezenas de discos externos espalhados por casa, onde no final podem todos deixar de funcionar um dia e perco tudo o que lá tenho? Ou será que prefiro ter em ambos os formatos e estar mais descansado/a sabendo que mesmo que o digital me falhe, as minhas fotografias estão seguras num formato físico?

  • O prazer de folhear memórias

O digital é muito giro, é muito prático e é muito presente nas nossas vidas actualmente. Mas nada, NADA, consegue superar aquele prazer de folhear um álbum cheio de memórias. Lembro-me bem de ir a casa da minha avó e me perder por entre cópias fotográficas. Fotografias soltas, outras coladas em álbuns bem «à moda antiga». Histórias de casamentos, de baptizados, de férias, de famílias... Todas ali, para serem recordadas a cada virar de página.

Ainda hoje é algo que aprecio bastante. Poderia digitalizar todas elas e ter tudo num formato digital mas prefiro mil vezes folhear um álbum, sentir o material na ponta dos dedos do que fazer scroll down num ecrã. E você?

  • É bonito, é prático e é especial

Hoje em dia os álbuns já não têm necessariamente que ser uns calhamaços difíceis de manusear e de arrumar. Podem assumir vários tamanhos e feitios. Com diferentes acabamentos e materiais. Ficam bem nas prateleiras ou em cima de uma mesa, como se fizessem parte da decoração da casa porque, na verdade, são parte da história de quem lá vive. Quando um dia tiver netos ou sobrinhos, os mesmos poderão abrir os seus álbuns e conhecer a vossa história, as vossas aventuras. Poderá contar-lhes mais sobre a sua vida, quase como se lhes lesse uma história de embalar só que, desta feita, com uma pitada de realidade.

Não há nada como sermos fonte de inspiração para aqueles que mais amamos, especialmente quando ainda são seres tão pequeninos com tanto por aprender e evoluir. E mesmo para nós, adultos, poder folhear um álbum cheio de memórias pode muitas vezes ser um consolo quando a saudade daqueles que já cá não estão nos aperta o coração.

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E então? Acha que vale a pena ter um álbum impresso? Um objecto físico cheio de histórias e memórias?

Para nós vale muito a pena, não só adoramos fazê-los como também adoramos folheá-los e ver a reacção de quem os recebe. Há coisas que não têm mesmo preço, e a alegria no olhar dos nossos clientes quando vêem em papel o sentimento que partilham é uma delas.

In such a digital age as we live in, where minimalism is being talked about every corner, there are questions to which we do not always have the answer on the tip of our tongue.

After a photo shoot, for example, should we have a printed album? Where and how to store the result of a wonderful photoshoot? Is the digital format enough? And, above all, the safest?

Today's article is exactly about that!

  • But it takes up space

While true, so too is the fact that even in digital format it takes up some space. If you want to keep the final result in digital format only, you have to have multiple copies spread across multiple external disks and different computers. This is because there is always a risk that new technologies will fail at some point and if we have no more than one copy we will end up without those images that are so important to us.

So I have to ask: do I prefer to have dozens of external drives scattered around the house, where in the end everyone can crash one day and I lose everything I have there? Or would I rather be in both formats and be more comfortable knowing that even if digital fails me, my photographs are safe in a physical format?

  • The pleasure of leafing through memories

Digital is very cute, very practical and very present in our lives today. But nothing, NOTHING, can overcome that pleasure of flipping through an album full of memories. I remember well going to my grandmother's house and getting lost among photographic copies. Loose photographs, others glued to very old-fashioned albums. Stories of weddings, christenings, vacations, families ... All there, to be remembered with every turn of the page.

Even today it is something that I greatly appreciate. I could digitize them all and have it all in a digital format, but I'd rather flip through an album, feel the material at your fingertips than scroll down on a screen. Is that you?

  • It's beautiful, it's practical and it's special

Nowadays albums no longer necessarily have to be difficult to handle and tidy up. They can assume various sizes and shapes. With different finishes and materials. They look good on shelves or on a table, as if they were part of the home decor because, in fact, they are part of the story of those who live there. When one day you have grandchildren or nephews, they can open their albums and learn about your history, your adventures. You can tell them more about your life, almost as if you were reading a lullaby story, but this time with a hint of reality.

Lisbon Couples Photographer

There is nothing like being a source of inspiration to those we love most, especially when we are still such small beings with so much to learn and evolve. And even for us adults, being able to flip through an album full of memories can often be a consolation when the longing of those who are no longer here grips our hearts.

So what? Do you think it's worth having an album printed? A physical object full of stories and memories?

It is very worthwhile for us, not only do we love making them, but we also love leafing through and seeing the reaction of those who receive them. There are things that are priceless, and the joy in our customers' eyes when they see the feeling they share on paper is one of them.

  • It's beautiful, it's practical and it's special

Nowadays albums no longer necessarily have to be difficult to handle and tidy up. They can assume various sizes and shapes. With different finishes and materials. They look good on shelves or on a table, as if they were part of the home decor because, in fact, they are part of the story of those who live there. When one day you have grandchildren or nephews, they can open their albums and learn about your history, your adventures. You can tell them more about your life, almost as if you were reading a lullaby story, but this time with a hint of reality.

There is nothing like being a source of inspiration to those we love most, especially when we are still such small beings with so much to learn and evolve. And even for us adults, being able to flip through an album full of memories can often be a consolation when the longing of those who are no longer here grips our hearts.